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Mostrando postagens com o rótulo poesias gene do graffiti

Mais

E que se façam mais,  muito mais, bem mais Com as bençãos do Pai, em cores, com sorrisos e lágrimas... .... de felicidade para firmar aquilo que um dia duvidei, aquilo que um dia chegou, aquilo que hoje nem sei viver mais sem!  com tantos motivos por aí Feliz fiquei por escolher a mim Feliz sou eu por escolher você! <3

Tons de azul

Vejo cores, não mais o cinza, Com estas tais, um sorriso... ...sai, desponta, brota, aflora, enfim. Tons de azul, que dão inicio ao fim... ... do cinza, do turvo, da ausência, do desejo ao beijo, extinta carência! Azul que persiste, abrindo e fechando o dia, surge, se posiciona e permanece a alegria! São cores, já disse, sorri quando avistei, Medo que vai, ficou pra trás, pensei, olhos fechados, ele está aqui, sonhei! Se poetas são tristes? Ah, nem sei... Vivo o hoje, observo, sinto e gosto Sentado a vejo sorrio e espero Meu mundo não é mais meu e sim nosso. Vendo tais cores, sei bem quem quero...!

Feitiço

Passos dados, parou, pensou, sorriu... ...diante dos olhos a porta entre aberta, o que faço se a atravesso? O que terá diante dela? Em meio a medos, ansiedade, orgulho, curiosidades, um desejo de querer bem. São dúvidas, incertezas, bom cheiro, rara beleza, quando foi que se sentiu tão bem? Entre encontros e desencontros, piadas e descontentamentos, este frio na barriga, são todos que realmente tem? Parece feitiço, algo que raramente vejo, Trocaria o que tens por mais um beijo, A canção que dizia: "ela me faz tão bem!" Se decidir parar, acaba a necessidade do poeta. Se decidir persistir, ressurgem os sonhos, continuam os beijos, talvez sim, seja esta a escolha mais certa! Tudo isto acontece num instante,  por isto parou, pensou, sorriu, diante da porta entre aberta.

Chá das três

Enquanto os cavalos passam Por mim nesta tarde fria Me concentro, nada falo, observo Desconfortável por estar onde queria Me aproximar, ser teu, oh dama Sermos algo a mais do que nós, pesam os temores, medos e males, enquanto não se soltam os nós. Te retirar desta torre vazia. Bênçãos ao bispo peço! Ser Rei? Afinal, quem não sonha? com as chances, que eu mesmo meço. Vejo cores sob o preto e o branco.. de um romântico também é um tolo. Para mim, mais que dama, és rainha! mas qual peça sou neste jogo?

Prema - Silêncio

Silêncio O silêncio fala tanto que às vezes preocupa Seria o repouso necessário ou a dor oculta? Tanto falamos que parece estranho silêncio Existe silêncio? Ou seria ele uma canção? Um grande OM a ressonar a criação O silenciar dos sentidos para o grande sentido Também pode estar na mente que silencia para ouvir o irmão Apenas uma pausa entre notas que se vão O silenciar da mente para sentir e dos sentidos para ouvir Como o grande rio da lua Serena música dos viajantes A cadenciar o caminhar... A embalar o movimento entre pausas Sim... [...] Admito o silêncio necessidade do inefável Até mesmo para mim Dançarina por alma Mas ainda assim, se me atende o pedido Muito grata lhe fico: ― nunca deixe de expressar seu caminhar Canção preferida e singular   créditos: Prema

Deixe o menino brincar

Deixe o menino brincar, se é assim que se faz feliz uma pedra que surge, machuca não foi ele quem quis? Se é isto, então respeita... Afinal, deixa ele correr atrás lutar, sofrer, sentir prazer, correr, sorrir, transparecer... tropeçar, cair e querer mais. Isto que ele precisa e quer, Caso contrário... ... não saberia eu quem sou. Lê demais para um atleta, sem desistir de fazer seu gol ele quer ver seu time de coração beijar escudo, ser campeão... ... faz tanto tempo, e ele se queixa se é assim que é, então deixa... Quem pode afirmar que não? Quiçá, duvidar de um sim... se é uma caixa de surpresa, quem afirmará o fim?

Criolo – Casa de Mãe

Eu não tenho casa, eu moro em casa de mãe Casa de mãe é bom, mas é casa de mãe Eu não tenho casa, eu moro em casa de mãe E quando querem o meu chamego, não dá por causa de mãe Toda missão no sereno pra juntar alguns trocados Espada de São Jorge protege, arruda é pra mau olhado Eu, um dia, vou ter a minha casa, vai ser a coisa mais linda Com gravuras de Oxóssi, Ogum e Mãe Menininha Eu não tenho casa, eu moro em casa de mãe Casa de mãe é bom, mas é casa de mãe Eu não tenho casa, eu moro em casa de mãe E quando querem o meu chamego, não dá por causa de mãe E quando eu tiver dinheiro, só vou agradar mamãe Minha filha, cê quer sucesso? Sucesso é ter mamãe Eu não tenho casa, eu moro em casa de mãe Casa de mãe é bom, mas é casa de mãe Eu não tenho casa, eu moro em casa de mãe E quando querem o meu chamego, não dá por causa de mãe

Roberta Fernandes - 11/08

para e esvazia o peito deixa a cabeça vazia. tenta pensar no teto. na parede. cor de tinta. não toca qualquer textura que lembre o toque de ontem. deixe que a lembrança flua. em algum momento, não doerá tanto. sossega o teu estômago que tenta digerir suposições. fatos não são definitivos. nunca acreditei em um não. para e esvazia o peito. que teu coração amansa calma. e tenta dormir em sossego seu pé direito está dos dois lados créditos Roberta Fernandes

Amanhã que se fez em três...

Ela aceitou o convite Ele as horas contava, Ela veio de tão longe Ele não acreditava... Ela pouco notava, Sua tatuagem, ele admirava. O assunto perdia a cena pra ansiedade, o clima propício que não vingava. Seria a tarde, que para isto não combina? Marcaram “amanhã a noite” para encontrar o clima... ... E o amanhã se fez em três partes que o mundo insiste em chamar de ano. Neste intervalo, de quantos tantos ela ouviu: eu te amo? E para quantas ele ameaçou dizer? ... quem vai saber? ... quem vai dizer? Ah, neste meio descompassou o peito sem perder a vontade de vê-la Carnavais sem fantasia Sem colombina, sem tê-la. E nestes desencontros Quem será que não fez? São histórias que o povo conta Do amanhã que se fez em três..