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Mostrando postagens com o rótulo poesias gene do grafite

Mais

E que se façam mais,  muito mais, bem mais Com as bençãos do Pai, em cores, com sorrisos e lágrimas... .... de felicidade para firmar aquilo que um dia duvidei, aquilo que um dia chegou, aquilo que hoje nem sei viver mais sem!  com tantos motivos por aí Feliz fiquei por escolher a mim Feliz sou eu por escolher você! <3

5 ou 4

Definição, preciso mesmo de alguma?  Por mais que tente, ainda assim, distante estarei este adverso do que se sente, do que se vê, se escreve, Melhor mesmo é viver, assim pensei Não tenho que provar nada, ou tenha a sua boca, em mim, paz! Felicidade que em mim faz... ser feliz, seria o lema ou senha? Já faz um tempo, quem sabe ao certo o quanto? pra permanecer assim, que sejam outros tantos e nestas contas, me perdi no tempo, no espaço nos abraços, do saudosismo, do apaixonado, do amor, que se transforma em conto...  Quinto ou quarto?  A questão surgiu. Para alguns o quinto, ou talvez um quarto... ...desejada presença, sua ausência é fardo Quantas estrelas, 5 ou 4? Fica em segredo então...  Ela chegou e me fez feliz, foi o que disse o coração!

Tons de azul

Vejo cores, não mais o cinza, Com estas tais, um sorriso... ...sai, desponta, brota, aflora, enfim. Tons de azul, que dão inicio ao fim... ... do cinza, do turvo, da ausência, do desejo ao beijo, extinta carência! Azul que persiste, abrindo e fechando o dia, surge, se posiciona e permanece a alegria! São cores, já disse, sorri quando avistei, Medo que vai, ficou pra trás, pensei, olhos fechados, ele está aqui, sonhei! Se poetas são tristes? Ah, nem sei... Vivo o hoje, observo, sinto e gosto Sentado a vejo sorrio e espero Meu mundo não é mais meu e sim nosso. Vendo tais cores, sei bem quem quero...!

Chá das três

Enquanto os cavalos passam Por mim nesta tarde fria Me concentro, nada falo, observo Desconfortável por estar onde queria Me aproximar, ser teu, oh dama Sermos algo a mais do que nós, pesam os temores, medos e males, enquanto não se soltam os nós. Te retirar desta torre vazia. Bênçãos ao bispo peço! Ser Rei? Afinal, quem não sonha? com as chances, que eu mesmo meço. Vejo cores sob o preto e o branco.. de um romântico também é um tolo. Para mim, mais que dama, és rainha! mas qual peça sou neste jogo?

Segredo de Golias

Para eles: O gigante! hábil guerreiro em qualquer instante. se apronta, uma batalha se aproxima... peito contraído,   rosto erguido, olhar distante. cicatrizes confirmam quem esteve por cima ...soa o bufar de uma ira, gigante.   Seria ele um palhaço? Exposto   a diversão, entretenimento? se encantam e alegram com sua presença cala-te, omite sobre o sentimento Que tens, oh sátiro, eis a sentença... ...que a vida impôs e assim o fez, hábil guerreiro, palhaço talvez. Que grita, corre, luta, avança,   voraz, sensível, impávido, criança... ...que se cala, por não ter com quem dizer. Mas afinal, quem nota? diga você,   se importa. Sente... Não foi espada, nem navalha, molhou o chão, mas não é chuva, E sim a lágrima antes da última batalha.

Prema - Silêncio

Silêncio O silêncio fala tanto que às vezes preocupa Seria o repouso necessário ou a dor oculta? Tanto falamos que parece estranho silêncio Existe silêncio? Ou seria ele uma canção? Um grande OM a ressonar a criação O silenciar dos sentidos para o grande sentido Também pode estar na mente que silencia para ouvir o irmão Apenas uma pausa entre notas que se vão O silenciar da mente para sentir e dos sentidos para ouvir Como o grande rio da lua Serena música dos viajantes A cadenciar o caminhar... A embalar o movimento entre pausas Sim... [...] Admito o silêncio necessidade do inefável Até mesmo para mim Dançarina por alma Mas ainda assim, se me atende o pedido Muito grata lhe fico: ― nunca deixe de expressar seu caminhar Canção preferida e singular   créditos: Prema

Criolo – Casa de Mãe

Eu não tenho casa, eu moro em casa de mãe Casa de mãe é bom, mas é casa de mãe Eu não tenho casa, eu moro em casa de mãe E quando querem o meu chamego, não dá por causa de mãe Toda missão no sereno pra juntar alguns trocados Espada de São Jorge protege, arruda é pra mau olhado Eu, um dia, vou ter a minha casa, vai ser a coisa mais linda Com gravuras de Oxóssi, Ogum e Mãe Menininha Eu não tenho casa, eu moro em casa de mãe Casa de mãe é bom, mas é casa de mãe Eu não tenho casa, eu moro em casa de mãe E quando querem o meu chamego, não dá por causa de mãe E quando eu tiver dinheiro, só vou agradar mamãe Minha filha, cê quer sucesso? Sucesso é ter mamãe Eu não tenho casa, eu moro em casa de mãe Casa de mãe é bom, mas é casa de mãe Eu não tenho casa, eu moro em casa de mãe E quando querem o meu chamego, não dá por causa de mãe

Amanhã que se fez em três...

Ela aceitou o convite Ele as horas contava, Ela veio de tão longe Ele não acreditava... Ela pouco notava, Sua tatuagem, ele admirava. O assunto perdia a cena pra ansiedade, o clima propício que não vingava. Seria a tarde, que para isto não combina? Marcaram “amanhã a noite” para encontrar o clima... ... E o amanhã se fez em três partes que o mundo insiste em chamar de ano. Neste intervalo, de quantos tantos ela ouviu: eu te amo? E para quantas ele ameaçou dizer? ... quem vai saber? ... quem vai dizer? Ah, neste meio descompassou o peito sem perder a vontade de vê-la Carnavais sem fantasia Sem colombina, sem tê-la. E nestes desencontros Quem será que não fez? São histórias que o povo conta Do amanhã que se fez em três..